Há divergências entre os historiadores acerca da origem na relação existente entre o chifre e a pessoa que é traída na relação conjugal. Todavia, algumas são bastante aceitas, as quais serão descritas adiante.
Uma delas, ligada ao Brasil, diz respeito ao domínio territorial que o boi (animal) exercia sobre outros bois. Os homens responsáveis pelo cuidado e trato dos animais, ao perceberem que o boi vencido (vítima da chifrada) ficava sem o território e sem as vacas daquele território, logo teriam comparado o homem traído ao boi chifrado e, por sua vez, associando o chifre ao traído.
Uma outra versão dá conta que foi na Europa medieval onde teria surgido essa associação. Quando um homem era traído, ele deveria preservar sua honra por meio do sangue, em cuja ocasião deveria matar a mulher e o amante. Se isso não ocorria, ele era hostilizado por todos e recebia uma peruca de touro, com dois vistosos chifres. Embora a peruca ande fora de moda, mas matar a mulher e/ou o Ricardão no Brasil ainda de pratica como nos tempos medievais.
A mais provável, talvez, esteja ligada à cultura grega. Zeus, deus grego de alta respeitabilidade, era craque em trair sua esposa, de nome Hera. Para traí-la, ele se camuflava de touro e passava em frente dela com aqueles enormes chifres. Hera nem desconfiava que fosse seu marido.
A última versão sugere que inicialmente o chifrudo era o traidor e não o traído. Posteriormente, teria ocorrido o oposto: o traído é que levaria a fama de chifrudo.
(Fonte: Mike Nelson).

Hipóteses interessantes.
ResponderExcluirEu sou mais pela primeira.
Porem acredito mais nos chinfres tipo "Alce"
Onde cada ação da patroa, aumenta a GALHADA
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seuamigocvel@gmail.com
ResponderExcluiradoro esse mundo liberal.
me contatem