domingo, 3 de maio de 2015

O que é “Imoralidade Sexual”?

Tradução realizada pelo blog "Cristã, sim; gostosa e liberal, também!", a partir de:
Acesse o site acima e confira o conteúdo original, em inglês.
Imagem da internet (não faz parte do texto original)
   Há definições bíblicas claras em relação aos atos sexuais que são amplamente denominados como imoralidade sexual (do grego “porneia”), que são:

   1 - Sexo durante a menstruação das mulheres. A falta de higiene das nômades no deserto (por falta de água limpa) poderia levar a infecções perigosas - "impuro" em inglês refere-se à sujeira/ poeira/ etc, mas em hebraico, refere-se, de fato, à impureza ritual, e fazer isso era um "pecado" (impureza espiritual).

   2 - O adultério que biblicamente foi entendido pelos hebreus como errado significava uma mulher casada fazer sexo com outro homem, já que violava o direito de propriedade do marido. Um homem poderia casar-se quando tivesse 12 anos. O mesmo fato nunca foi considerado errado quando era um homem casado, pois sua esposa não tinha tais direitos. O homem casado poderia ter quantas esposas (as mulheres deveriam ter pelo menos 13 anos de idade) e concubinas (reprodutoras) quanto desejasse, desde que as "outras mulheres" não fossem casadas (pois seriam propriedades de outros homens). Certamente não há nada de errado, quando há comum acordo entre marido e esposa, partilhar sexualmente seu parceiro com outras pessoas, seja no poliamor ou no swing, desde que não ocorra nenhuma enganação. Nada havia de errado com a sexualidade de solteiros. "Fornicação" é um erro grotesco de tradução do grego "porneia".

   3 - Idolatria Sexual, como na utilização de prostitutas do templo pagão, para cultuar a deusa da fertilidade. Ou fazendo o mesmo com o bezerro de ouro e ter relações sexuais para adorá-lo como um deus, quando Moisés desceu. “Porneia”, como usado em I Coríntios 6:9, erroneamente traduzido em algumas bíblias como “fornicação” era, na verdade, a prática das prostitutas nos templos de Corinto, que vendiam seus serviços como parte da adoração pagã à deusa da fertilidade. Era contra isso que Paulo estava advertindo. Nem mesmo era especificamente sobre a prostituição, mas sim, quando usada como um culto sexual à deusa pagã.
   Corinto era uma das capitais sexuais do mundo. Era uma metáfora para a fertilidade. "Garota de Corinto" significava prostituta, "brincar em Corinto" significava visitar uma casa de prostituição. (Veja "Things They Never Told You In Sunday School: A Primer For The Christian Homosexual” – “Coisas que nunca lhe disseram na Escola Dominical: uma cartilha para o cristão homossexual”- do Rev. David Day, pg 108).
   As principais divindades da época eram Afrodite, a deusa da fertilidade, e Cibele, a Deusa-Mãe. As adoradoras de Afrodite trabalhavam como prostitutas nos templos... esses templos tinham mais de mil prostitutas. O objetivo destas prostitutas era ganhar dinheiro para o templo e adorar
à Afrodite (elas usavam o sexo como adoração). Assim, mais de 1.000 prostitutas cultuavam. E isso eram apenas os adoradores de Afrodite.
   Nada na Bíblia diz que havia algo de errado com a prostituição "comum", não relacionada a divindades. A prostituição era comum e muitas vezes era mencionada sem nenhum tom de crítica. Tel Aviv hoje é a capital mundial do bordel e a prostituição não é apenas uma questão bíblica para os judeus. É legalizada em Israel, como em quase todo o mundo fora os EUA.

   4 - Pederastia - um dos piores, entre todos os pecados sexuais, que tinha várias formas: A prática da pederastia se divide em três estilos distintos. Primeiro é a relação entre um homem mais velho e um menino. O segundo é a prática com prostitutas escravas. O terceiro é o do "garoto de programa" efeminado ou prostituto. Outras práticas incluíram um homem heterossexual violentando outro heterossexual masculino com sexo, após capturá-lo em batalha. Outra prática era o heterossexual usar o coito anal para expulsar outros estrangeiros heterossexuais que eles não gostavam, como é o caso da história de Sodoma. Não tinha absolutamente nada a ver com a homossexualidade, que é simplesmente como Deus planejou que algumas pessoas fossem.

   Além dessas quatro, não há base bíblica para qualquer outra definição de “porneia”, ou imoralidade sexual.
   Cristo ensinou no Sermão da Montanha que a única lei é a do amor. Ele demonstrou isso, revertendo quatro das leis do Antigo Testamento que conflitavam com pessoas amorosas. Portanto tudo o que for doloroso, e sem consentimento mútuo, etc, é imoral para um cristão, mas obviamente, não é imoral amar a sexualidade, independentemente do estado civil ou orientação sexual natural. 

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Traduzido pelo blog "Cristã, sim; gostosa e liberal, também!" .

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